Posterous theme by Cory Watilo

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sobre a dita lei de "casamento para homosexuais"

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1. artigo 36o da Constituição: Não impede o casamento de homosexuais. Dá o direito a todos a constituir família E a casamento.
2. Ter filhos até pode ser para alguns a forma plena de constituir família mas não é de forma alguma uma verdade Universal. Um casal sem filhos é uma família.
3. A Constituição garante a indivíduos a ter filiação legalmente reconhecida (ou seja, garante a todos terem pais legamente reconhecidos) NÃO garante o direito a todos os indivíduos a terem filhos
4. Não vejo em lado nenhum na Constituição (ou na Declaração Universal dos Direitos do Homem) a referência ao direito dos indivíduos a ter filhos.
5. adopção NÃO é filiação.
6. Ser adoptada é um direito de qualquer criança e é um dever da sociedade procurar a melhor guarda possível para essa criança. Adoptar NÃO é um direito de um indivíduo. Eu até posso ter filhos e ser-me barrada a possibilidade de adoptar por questões técnicas (saúde, financeiras, etc)
7. Vamos lá regulamentar (porque é disso que se trata, não de legalizar) o casamento entre DOIS indivíduos seja qual for o sexo ou orientação sexual já que a Constituição já o garante há muitos anos.
8. Querem discutir sobre a possibilidade de adopção por parte de casais homosexuais? Então discutamos os critérios técnicos para a avaliação da capacidade de adopção no Geral, seja para adoptantes singulares ou em casal.

A Portuguese success story: could i be the future of newspapers?

i cover
Portugal's newest daily newspaper, i, was launched in early May and has attracted a significant amount of attention due to its rising circulation figures and innovative approach. It recently won a design award from the Society of News Design. The Editors Weblog spoke to editor-in-chief Martim Avillez Figueiredo, managing editor for online Mónica Bello and art director Nick Mrozowski, to find out more about i's approach and the reasons behind its success. I's circulation in August was over 16,000 copies, up from just under 11,000 in its first month, May. As a comparison, the country's top selling papers, Público and Diário de Notícias, sold 36,000 and 30,000 respectively that month. So for a new paper, i seems to be doing well. How, when the newspaper industry is struggling worldwide from falling income as readers move online and advertising rates fall, is a new newspaper seemingly thriving?

that's why i became my paper of choice this summer and also why it is now my main source of news from Portugal through its newsletter.